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*Vídeo: ParaibaOnline
A atuação conjunta entre a Aliança Nacional em Defesa da Saúde Suplementar (Andes) e os órgãos de defesa do consumidor, especialmente o Procon, tem ganhado destaque no enfrentamento de práticas abusivas por parte de operadoras de planos de saúde no Brasil.
O tema foi reforçado pelo médico paraibano José Ramalho Neto, presidente da entidade, durante entrevista à Rádio Caturité FM.
Segundo ele, a aproximação com o Procon representa um avanço estratégico na proteção dos usuários.
“O Procon pode ser uma ferramenta importante para enfrentar esse problema, descentralizando a fiscalização e aproximando-a do consumidor, garantindo o direito ao tratamento adequado”, afirmou.
De acordo com o presidente da Andes, um dos principais desafios enfrentados pelos pacientes é a negativa de tratamentos e a imposição de pacotes padronizados, que não consideram as necessidades individuais.
Para ele, a atuação mais ativa do Procon pode reduzir esses conflitos e evitar que o consumidor precise recorrer à Justiça para garantir um direito básico.
“O consumidor, que paga caro por um plano, não deveria ter que recorrer à Justiça para ter acesso ao que paga. Essa prática tornou-se comum no Brasil e precisa ser esclarecida, investigada e combatida”, destacou.
A proposta da entidade é fortalecer essa parceria como forma de ampliar a fiscalização em todo o país, permitindo que denúncias sejam apuradas com mais agilidade e que as operadoras sejam responsabilizadas quando houver irregularidades.
Ramalho Neto ressalta que a legislação brasileira já garante o acesso ao tratamento adequado e não permite limitações financeiras que prejudiquem o paciente.
Além da atuação junto aos órgãos de defesa do consumidor, a Andes também tem articulado ações em Brasília para dar visibilidade ao tema.
Segundo o médico, há diálogo com parlamentares e expectativa de avanço nas investigações no Congresso Nacional, com apoio de lideranças como o presidente da Câmara, Hugo Motta.
“Cinquenta e três milhões de brasileiros dependem da saúde suplementar, e suas vidas estão em risco. Precisamos de instituições que atuem de forma efetiva, e o Procon pode cumprir um papel essencial nesse processo”, reforçou.
A Aliança Nacional em Defesa da Saúde Suplementar (Andes) tem ganhado protagonismo ao reunir denúncias de diversas regiões do país, atuando na defesa dos pacientes e na cobrança por mais transparência e rigor na fiscalização do setor.
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