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Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil
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Com um esquema de segurança especialmente rígido para esta terça-feira (15), a sessão histórica do STF (Supremo Tribunal Federal) teve policiais judiciais andando por entre a plateia como um “lanterninha” de cinema em busca de possíveis infratores.
Os presentes estão proibidos, por exemplo, de abrir o pacote onde estão lacrados os celulares. Mais cedo, os seguranças chamaram a atenção de um convidado que se utilizava de mímicas para se comunicar à distância com outra pessoa da plateia.
Diante de uma ordem de silêncio anunciada previamente pelo presidente do STF, Edson Fachin, os convidados da sessão de julgamento passaram a se comunicar por meio de bilhetes e apontamento de frases escritas em blocos de anotações.
Enquanto a sessão transcorria, os ministros grifavam os documentos impressos dos quais dispõem para subsidiar seus votos.
Alexandre de Moraes fazia círculos nos textos com uma caneta esferográfica; André Mendonça usava uma marca-textos rosa para destacar trechos.
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