Aversão de véspera ao ´rame-rame´ eleitoral
O que vem por aí
Em participação no canal de notícias GloboNews, o jornalista Merval Pereira registrou que “há um problema aí para os Bolsonaro que pode acontecer nesses próximos dias, que é o envolvimento do senador Flávio Bolsonaro com essa criminalidade no Rio de Janeiro, com esse grupo político que dominava o estado e que está sendo investigado. Vários já foram presos e outros serão”.
Comandante
Ainda conforme o jornalista, Flávio “está muito envolvido com esse grupo. Ele tem uma participação importante, porque ele é o líder. O bolsonarismo nasceu no Rio de Janeiro. Ele (Flávio) é que é o líder desse grupo todo”.
Questão de tempo
“Isso pode mudar completamente o panorama, porque pode inviabilizar a candidatura do Flávio. O que existe nos bastidores é uma expectativa de quando isso vai explodir. Quando será essa hora e o que fazer?” – avançou o jornalista.
Fragilidade
Por fim, Merval Pereira comentou que “eu tenho a impressão de que o Flávio vai, se chegar à campanha, ele chegará inviabilizado, chegará fragilizado com os fatos que vão ser revelados durante essas investigações sobre o crime organizado no Rio de Janeiro”.
O detalhe
Sábado próximo, em São Paulo, será a convenção para oficializar a candidatura de Flávio Bolsonaro.
Custo milionário
Está estimado em R$ 95 milhões o custo que a Polícia Federal terá para garantir a segurança dos candidatos à Presidência da República entre o período das convenções e o dia das eleições.
Pulsação das ruas
O Instituto Datafolha protocolou mais uma pesquisa no Tribunal Superior Eleitoral.
Os questionários serão aplicados entre os dias 22 e 24 deste mês e os resultados deverão ser publicados no próximo final de semana.
Da boca de…
“… O Orçamento Democrático Estadual não passa de um palanque para se fazer política antecipadamente…” (Aledson Moura, deputado estadual do PL e líder da bancada de oposição na Assembleia Legislativa da Paraíba).
Nada mal
A cúpula do Partido Liberal lidera o ranking dos maiores salários pagos a dirigentes partidários no ano passado.
Das dez maiores remunerações mensais pagas em 2025, seis são de dirigentes do PL, incluindo o presidente da legenda, Valdemar Costa Neto, e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.
Cada um ganha 33 mil e 700 reais mensais.
O ´capitão´
Já o ex-presidente Jair Bolsonaro, que está em prisão domiciliar, recebe R$ 32,7 mil por mês como presidente de honra do PL.
Atrás na fila
O PRD também aparece no ranking, com salários de R$ 31 mil pagos a dois dirigentes.
Já o Podemos remunera três líderes com R$ 26,8 mil mensais, conforme levantamento divulgado pelo jornal O Globo.
Fora de…
Por falar em Michelle, a ex-primeira-dama do país e pré-candidata ao Senado no Distrito Federal negou qualquer negociação para ser vice na chapa de Romeu Zema (Novo) à Presidência.
… Cogitação
Neste sábado, o ex-governador de Minas Gerais declarou que ela seria uma “possibilidade” para o cargo.
“Não há nenhuma possibilidade de isso acontecer”, descartou Michelle, de acordo com a revista Veja.
Mais ´bondades´…
A ´Veja´ também publicou que para impulsionar a sua candidatura à reeleição, o presidente Lula estuda adotar uma série de medidas destinadas a proteger os beneficiários de planos de saúde – cerca de 53 milhões de pessoas, conforme dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
… A caminho
Uma das ideias é dificultar a rescisão unilateral de contratos, que tem rendido dor de cabeça a beneficiários e disputas judiciais.
Outra medida é consolidar mecanismos que permitam a ANS proteger um número cada vez maior de segurados de reajustes exorbitantes de mensalidades.
Data marcada
Será na própria sede regional do partido – avenida Almirante Tamandaré, 740, bairro Tambaú, em João Pessoa -, segunda-feira próxima, a convenção do PSD na Paraíba para homologação de candidaturas e coligações.
Presidência
Domingo próximo (26), em São Paulo, haverá a convenção para sacramentar a candidatura presidencial do ex-governador Ronaldo Caiado (PSD).
PDT
O Partido Democrático Trabalhista faz a sua convenção nacional hoje, em Brasília, para homologar o apoio à reeleição do presidente Lula.
Domingo é dia de filosofar
“Aquilo que está escrito no coração não necessita de agendas, porque a gente não esquece. O que a memória ama fica eterno”.
Rubem Alves, educador e escritor brasileiro, já falecido.
Sem engajamento
É oportuno resgatar um recorte da recente pesquisa divulgada pelo Instituto Quaest sobre a sucessão presidencial.
Conforme os questionários aplicados, 87% dos brasileiros não pretendem participar de grupos de Whatsapp sobre política.
Apenas 11% dos entrevistados afirmaram que pretendem participar de grupos específicos.
Sem militância
71% das pessoas ouvidas disseram que não pretendem comparecer a eventos de rua em apoio a um candidato.
A pesquisa foi feita entre os dias 10 e 13 julho, com brasileiros de 16 anos ou mais. Foram realizadas 2.004 entrevistas com margem de erro estimada de 2 pontos percentuais.
Efraim Filho poderá desistir de ter um (a) vice de Campina Grande…