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Foto: Secom-JP/Arquivo
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No programa Conexão Caturité, a médica geriatra Ana Luiza Figueirôa destacou a importância da vacinação contra a gripe, especialmente neste período de maior circulação de vírus respiratórios com a chegada das chuvas, quando há aumento de casos de síndromes gripais na população.
A médica explicou que a vacina está disponível no SUS e na rede privada e deve ser aplicada em todas as pessoas a partir de 6 meses de idade, com atenção especial aos grupos de risco, como idosos, gestantes e pessoas com doenças crônicas, incluindo diabetes, hipertensão e doenças cardíacas e pulmonares.
Segundo a especialista, a gripe pode evoluir de forma grave nesses grupos, podendo causar pneumonia, internações e até óbitos.
Ela ressaltou que idosos representam a maior parte das hospitalizações por gripe no Brasil, e que a vacinação pode reduzir em até 60% o risco de complicações graves.
A médica reforçou ainda que a vacina precisa ser aplicada todos os anos, já que o vírus da influenza sofre mutações frequentes. Por isso, a imunização do ano anterior não garante proteção adequada no ciclo atual.

Foto: ParaibaOnline/Arquivo
Ana Luiza explicou também que a vacina não impede totalmente a infecção, mas ajuda a reduzir a gravidade dos sintomas e o tempo de recuperação.
Entre as dúvidas mais comuns, a especialista esclareceu que a vacina não causa gripe, podendo apenas gerar reações leves e temporárias, como dor no local da aplicação, cansaço ou febre baixa, geralmente entre 1 e 2 dias após a imunização.
Essas reações são consideradas normais e indicam resposta do sistema imunológico.
Sobre as diferenças entre os imunizantes, foi explicado que a vacina do SUS é trivalente, protegendo contra três cepas do vírus influenza, enquanto a da rede privada geralmente é quadrivalente, com proteção adicional contra outro tipo de vírus.
Apesar disso, ambas são consideradas seguras e eficazes, sendo mais importante manter a vacinação em dia.
Além da imunização, a médica reforçou medidas preventivas como higienização frequente das mãos, ventilação de ambientes, evitar aglomerações e uso de máscara em caso de sintomas gripais, contribuindo para a proteção coletiva.
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