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Foto: Luiz Silveira/STF
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O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) julga, nesta quarta-feira (25), a manutenção da decisão liminar do ministro Flávio Dino que interrompeu o pagamento de benefícios extras e gratificações — os chamados “penduricalhos” — para servidores e magistrados da elite dos Três Poderes.
Esses benefícios são concedidos a servidores públicos e não cumprem o teto remuneratório constitucional, que é de R$ 46,3 mil.
O que o ministro ´travou´
No dia 5 de fevereiro, Dino determinou a suspensão dos penduricalhos que não estão previstos em lei.
A decisão deve ser aplicada pelos poderes Judiciário, Legislativo e Executivo, nas esferas federal, estadual e municipal, que terão prazo de 60 dias para revisar e suspender o pagamento dessas verbas indenizatórias que não respeitam o teto.
Além disso, o ministro defendeu que o Congresso deve regulamentar o pagamento dos benefícios extrateto.
Ministro manda suspender pagamento de penduricalhos nos Três Poderes
Após a decisão, diversas associações que representam juízes, promotores, defensores públicos e membros de tribunais de contas recorreram ao Supremo para manter o pagamento dos penduricalhos.
Nesta terça-feira, 24, o Supremo e a cúpula do Congresso deram o primeiro passo para regulamentar o pagamento e decidiram fechar um acordo para a criação de regras de transição para as verbas extrateto.
*Com informações adicionais da Agência Brasil
Tudo a ver:
Supremo tira os poderes estaduais com relação aos ´penduricalhos´
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