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Bolsa Família: confira o calendário de pagamentos de julho

Da Redação*
Publicado em 23 de julho de 2025 às 12:40

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Foto: Roberta Aline/MDS

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Os pagamentos de julho do Bolsa Família tiveram início na última sexta-feira, 18. Ao todo, cerca de 19,6 milhões de famílias receberão o benefício neste mês. Têm direito ao benefício os cadastrados no Cadastro Único (CadÚnico) com informações precisas e atualizadas, que tenham renda por pessoa da família de até R$ 218 mensais.

A ordem dos pagamentos segue de acordo com o dígito final do Número de Inscrição Social (NIS): quem tem NIS de final 1 recebeu primeiro e os últimos beneficiários a receber são os de NIS com final 0.

Para a parcela deste mês, no caso de cidades em situação de emergência ou em calamidade pública em Alagoas, Amazonas, Paraná, Rio Grande do Sul, Roraima e São Paulo, todos os beneficiários receberam o pagamento na última segunda, 21, independentemente do NIS.

Calendário de pagamentos do Bolsa Família

Veja a seguir o calendário do Bolsa Família e saiba quem já recebeu e quem ainda receberá os pagamentos de julho:

– NIS de final 1: 18/7 (já recebeu)

– NIS de final 2: 21/7 (já recebeu)

– NIS de final 3: 22/7 (já recebeu)

– NIS de final 4: 23/7

– NIS de final 5: 24/7

– NIS de final 6: 25/7

– NIS de final 7: 28/7

– NIS de final 8: 29/7

– NIS de final 9: 30/7

– NIS de final 0: 31/7

Qual é o valor do Bolsa Família?

O valor mínimo do Bolsa Família corresponde a R$ 600, que podem ser acrescidos de três adicionais cumulativos:

– Benefício Variável Familiar Nutriz: paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança;

– Benefício Variável Familiar: famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos tem um acréscimo de R$ 50;

– Benefício Primeira Infância: famílias com crianças de até 6 anos recebem outro acréscimo, de R$ 150.

Além do benefício integral, cerca de 3 milhões de famílias estão na regra de proteção em julho. Em vigor desde junho de 2023, essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante da família receba o equivalente a até meio salário mínimo.

No mês passado, o tempo de permanência na regra de proteção foi reduzido de dois para um ano. No entanto, a mudança vale apenas para as famílias que acionaram a regra a partir de junho. Quem se enquadrou na proteção até maio deste ano continuará a receber metade do benefício por dois anos.

*Conteúdo Estado

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Postado em 7 de abril de 2026

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