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Saúde e Bem-estar
Foto: Fiocruz
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No quadro Conversa com a Nutri, a nutricionista Amanda Albuquerque esclareceu dúvidas sobre o consumo de açúcar e adoçantes e destacou que o principal problema não está apenas no açúcar isolado, mas no excesso e no consumo frequente de alimentos ultraprocessados. Segundo ela, refrigerantes, bolachas recheadas, cereais açucarados, molhos industrializados e bebidas prontas costumam concentrar grandes quantidades de açúcar e muitas vezes passam despercebidos na rotina alimentar.
Amanda explicou que o consumo excessivo pode contribuir para ganho de peso, aumento da gordura corporal, resistência à insulina, diabetes tipo 2, elevação dos triglicerídeos, inflamação no organismo e alterações no apetite, podendo até favorecer quadros de compulsão alimentar. A orientação é observar os rótulos e identificar produtos com alto teor de açúcar.
Sobre os tipos de açúcar, a nutricionista ressaltou que todos devem ser consumidos com moderação. Ela explicou que o açúcar mascavo e o demerara passam por menos processamento e preservam pequenas quantidades de minerais, enquanto o refinado perde praticamente todos os nutrientes durante o processamento.
Em relação aos adoçantes, Amanda afirmou que eles podem ser úteis em situações específicas, principalmente para pessoas com diabetes, no controle glicêmico e em estratégias de redução gradual do açúcar.

Foto: Acervo pessoal
Entre as opções, citou a estévia e o xilitol como alternativas com menor impacto glicêmico, mas alertou que também devem ser usados com cautela, já que o excesso pode causar desconfortos intestinais. Segundo ela, nem o açúcar é um veneno absoluto, nem o adoçante é uma solução milagrosa, e o equilíbrio continua sendo a melhor escolha para a saúde.
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