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Foto: ParaibaOnline
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Bruno Cunha Lima (União-CG) mantém o suspense quanto à indicação que vai avalizar para o cargo de vice-governador na chapa a ser encabeçada pelo senador Efraim Filho (PL).
Sobre a sua mãe, Anneliese, Bruno disse que “ela tem todas as condições e aptidão. Mas de todas as possíveis aspirações que ela pode ter na vida, ser candidata não é uma delas”.
“Quem se ocupa de lançar alguns desses boatos, não se ocupa nem de checar a filiação”, salientou.
Quanto à sua esposa (Juliana) para a vice, o prefeito discorreu que “essa é uma decisão que, óbvio, eu tenho influência e participo. Mas essa é uma decisão, antes de tudo, de Juliana enquanto mulher, enquanto pessoa. Eu não sou – e não serei – o tipo de marido que vai obrigar minha esposa, ou por uma aspiração política minha ou pela vontade de ocupar espaços. Não é o meu tipo de formação. Eu sou filho de uma família de mulheres muito fortes (…) e por isso eu aprendi que ninguém obriga nada, muito menos a uma mulher”.
*fonte: coluna Aparte, edição desta quarta-feira, 27.05.26.
Leia a edição completa.
Edição anterior:
Ex-prefeito e a ´terceirização´ do poder
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