Napoleão Maracajá: “Estou dividido entre dois sentimentos”

Da Redação

Publicado em 02/12/2023 às 12:55

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De volta ao Legislativo campinense, Napoleão Maracajá (PT) destacou o “prazer sem dimensão de reencontrá-los. Quero dedicar este diploma ao povo de Campina Grande, especialmente aos que saíram num domingo de pandemia para fazer as suas escolhas”.

“Estou dividido entre dois sentimentos: um de gratidão, e o outro de tristeza, porque a justiça deixou para dizer quase três anos depois aquilo que a gente provou poucos dias depois das eleições. Mas fica um legado, de respeito às mulheres e às regras”, discorreu o novo edil.

Foto: Paraibaonline

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Ainda segundo Napoleão, “ficou também uma lição: todo cidadão, quando se sentir prejudicado, deve procurar a lei, porque criamos uma narrativa, que é mais uma ideologia do que narrativa, de que a justiça não vale a pena”.

“(ouviu comentários) De que isto não vai dar em nada. E deu! Deu muita coisa; deu a devolução dos mandatos para aqueles que disputaram o jogo respeitando as regras; deu punição para aqueles que certamente acreditaram na impunidade”, registrou Maracajá.

De acordo com o petista, Campina “vive, ao meu juízo, a mais profunda crise da sua história política, econômica e social, e esta Casa tem, se quiser ter, um papel muito importante no auxílio ao governo, desde que o governo tenha – que até aqui não demonstrou ter – humildade para ouvir. Esta Casa pode muito contribuir com a recuperação da crise que o nosso povo está submetido”.

“Não serei ortodoxo. Nunca fui nem pretendo. Tudo aquilo que for bom para Campina – e isto não é retórica, já provei no primeiro mandato – terá o meu voto. E tudo aquilo que for equivocado, terá a nossa voz altiva e contundente”, enfatizou Napoleão.

O novo vereador concluiu as suas palavras com uma conclamação: “Que a gente possa encurtar distâncias. Esta Casa não fala a linguagem do povo. E, às vezes, não é maldade, mas é a falta de sensibilidade de sentir o povo, ouvi-lo, estar próximo. Cria-se na classe política uma espécie de casta, e só a gente pode romper isto, desde que a gente queira e se proponha a isto. Nós precisamos sair destas quatro paredes”.

*com informações da coluna Aparte, assinada pelo jornalista Arimatéa Souza.

Fonte: tvcamara/cg

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