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Foto: Ascom/Polícia Civil
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A Polícia Civil prendeu, na manhã desta quarta-feira (28), sete pessoas suspeitas de envolvimento no latrocínio do empresário Glicério Oliveira Feitosa, morto a tiros em maio deste ano, no bairro do Geisel, em João Pessoa.
Segundo as investigações, ele foi alvo de uma quadrilha especializada em roubar joias, relógios, celulares e outros objetos de valor.
Inicialmente, o caso era investigado como homicídio, mas a apuração identificou características de latrocínio, roubo seguido de morte.
De acordo com a Polícia Civil, o empresário foi abordado durante uma tentativa de roubo e acabou baleado após reagir.
Entre os presos estão uma blogueira, suspeita de ceder o veículo utilizado para monitorar a vítima, o ex-namorado dela, apontado como participante desse levantamento, e dois suspeitos de envolvimento direto na execução.
Os demais seriam integrantes da organização criminosa que atuava na Região Metropolitana de João Pessoa.
As investigações também identificaram um grupo de WhatsApp usado para compartilhar informações sobre possíveis vítimas que exibiam joias e outros bens nas redes sociais.
A polícia apreendeu celulares e segue apurando a participação de cada investigado.
Glicério foi morto em 14 de maio, em frente a uma loja de veículos.
Natural de Parambu, no Ceará, ele atuava nos setores alimentício e de transportes e disputou a Prefeitura de Bayeux nas eleições de 2024, pelo Partido Novo.
Em 2023, recebeu o título de cidadão paraibano da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB).
*com informações adicionais do g1pb
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