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No quadro semanal “Português Nosso de Cada Dia”, exibido na Rádio Caturité FM, o professor Golbery Rodrigues trouxe uma explicação prática e bastante útil sobre o uso da expressão “colocar em xeque”, comum tanto na fala cotidiana quanto em textos formais.
Segundo o professor, a expressão tem origem no jogo de xadrez, sendo utilizada originalmente para indicar quando o rei está sob ameaça direta. A partir dessa ideia, o termo foi incorporado ao cotidiano como uma metáfora para situações que envolvem risco, dúvida ou questionamento.
Ele exemplifica que expressões como “as novas evidências colocaram em xeque a reputação do político” ou “a falta de verba colocou em xeque a continuação do projeto” demonstram bem esse sentido ampliado, indicando algo que foi colocado em dúvida ou ameaçado.
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Golbery também chamou atenção para uma dúvida muito comum entre os falantes da língua portuguesa: a grafia correta da palavra.
Ele destacou que, no contexto da expressão, o correto é escrever “xeque”, com “x”, sempre que a ideia for de risco, ameaça ou questionamento.
Já a forma “cheque”, com “ch”, deve ser utilizada exclusivamente quando se trata de ordem de pagamento bancária.

Foto: ParaibaOnline/Arquivo
Apesar de terem a mesma pronúncia, o professor reforça que a diferença está na escrita, o que exige cuidado na hora de redigir.
A orientação, segundo ele, é fundamental para evitar erros, especialmente em contextos formais.
Ouça a explicação completa.
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