Fechar
O que você procura?
Brasil
Foto: ParaibaOnline/Arquivo
Continua depois da publicidade
Continue lendo
Para o presidente do PSD na Paraíba, Pedro Cunha Lima, foi uma vergonha muito grande, o que se viu na sessão dessa terça-feira (15), realizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para decidir se o ministro Alexandre de Moraes deveria ou não ser alvo de uma investigação oficial, mas que terminou indo para a gaveta do ministro Flávio Dino, que pediu vista da ação.
Pedro indagou como se age dessa maneira quando se tem a possibilidade de investigar alguém que teve uma relação que envolve um contrato de R$ 131 milhões e ainda ter que ouvir que o contrato foi aditado pelo próprio ministro Alexandre de Moraes, uma vez que o setor de Compliance encaminhou o contrato ao ministro, além das denúncias sobre os cartões de crédito de R$ 300 mil.
“Alexandre de Moraes era o conselheiro de Daniel Vorcaro e ainda estava a se debater se vai investigar ou não Moraes. Era isso que se esperava ontem, do Supremo Tribunal Federal, mas infelizmente não foi isso que nós tivemos e, mais uma vez, o povo brasileiro é levado na brincadeira com questão de ordem, pedido de vista e a gente não tem o mínimo de respeito em relação a esse caso”, disse.
Conforme Pedro, não tem que ter exceções: é para se investigar todos os ministros envolvidos, todos os políticos, sejam de direita, de esquerda ou de centro. Seja quem for, tem que ser investigado.
“Seria o básico. É muito pouco que o povo exige que haja investigação, inclusive, sabendo que o Judiciário brasileiro é muito duro quando quer condenar uns quando convém e é isso que vai acumulando revolta”, destacou.
Portanto, Pedro Cunha Lima disse que gostaria de se somar ao movimento do país que está vendo acontecer, o qual não pertence a nenhum dos dois lados envolvidos nesse escândalo.
“É um movimento da sociedade brasileira, inclusive de muitas pessoas como eu que não se sentem absolutamente representadas por esses dois lados. Pelo contrário, tem um cansaço gigante nisso, mas a gente quer consertar o nosso país. A gente quer habitar num país que funcione de maneira mais adequada”, avaliou.
Pedro afirmou ainda que a sociedade tem que aumentar a pressão e cobrar porque esse escândalo do Banco Master, seja quem estiver envolvido, “não se pode admitir que não dê em nada”, enfatizou.
© 2003 - 2026 - ParaibaOnline - Rainha Publicidade e Propaganda Ltda - Todos os direitos reservados.