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Foto: Ascom-STF/Arquivo
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Na véspera da sessão do Supremo Tribunal Federal que está sendo considerada como a do “juízo final”, o ex-decano e ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, Celso de Mello, divulgou nesta segunda-feira mais um texto tratando da singularidade e da delicadeza do momento político e institucional que vive o país.
“O Supremo Tribunal Federal não constitui patrimônio de seus membros, nem se destina à proteção de interesses pessoais daqueles que nele exercem a jurisdição”, assinala Celso.
O ex-decano do STF afirma que “o silêncio corporativo, quando substitui o esclarecimento necessário, pode aprofundar o desgaste que pretende conter”.
*Fonte: Coluna Aparte, assinada pelo jornalista Arimatéa Souza.
Leia a edição completa de Aparte desta terça-feira, 15.09.2026:
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