Fechar
O que você procura?
Eleições
Foto: Ascom
Continua depois da publicidade
Continue lendo
O ex-ministro da Saúde e candidato ao Senado Federal Marcelo Queiroga (PL) defendeu, nesta quarta-feira (19), o endurecimento da legislação penal, a redução da maioridade penal e medidas voltadas à liberdade econômica.
Uma das principais bandeiras apresentadas por Queiroga foi a redução da maioridade penal.
O candidato argumentou que adolescentes a partir de 16 anos que cometam crimes hediondos devem responder de forma mais severa.
“Se um indivíduo de 16 anos pode votar, se ele comete crime hediondo, ele tem que pagar por isso e a nossa legislação tem sido frouxa nesse sentido”, destacou.
Queiroga também defendeu a castração química para estupradores e penas mais severas para traficantes de drogas e chefes de organizações criminosas.
SAÚDE PÚBLICA
Na área da saúde, o candidato defendeu mudanças na legislação para ampliar a equidade na distribuição de recursos no Sistema Único de Saúde (SUS).
“Na saúde pública precisamos mudar a legislação para que exista mais equanimidade na distribuição dos recursos para média e alta complexidade, que é onde está o maior gargalo do SUS”, pregou.
LIBERDADE ECONÔMICA
Queiroga também apresentou a defesa do empreendedorismo como uma das bandeiras que serão levantadas em uma eventual vitória.
“O nosso partido defende o Estado suficiente. Nós temos que criar formas de estimular o empreendedorismo […] e podemos fazer isso aprimorando a legislação e não deixando que aumentem impostos”, afirmou.
LEI ROUANET
Questionado sobre a Lei Rouanet, alvo de críticas de setores ligados ao seu campo político, o candidato afirmou que considera a legislação importante, mas defendeu mudanças na destinação dos recursos.
“Legislações como a Lei Rouanet são importantes, mas têm que ser destinadas para os pequenos artistas para desenvolver valores”, avaliou.
POLÍTICAS PARA LGBTQIAPN+
Queiroga também citou políticas voltadas à população LGBTQIAPN+ e mencionou medidas adotadas durante sua passagem pelo Ministério da Saúde.
“Como ministro da Saúde, nós avançamos nessas políticas em relação, por exemplo, à PrEP. Felizmente, o Brasil superou essa questão de maneira muito emblemática”, ressaltou.
*Entrevista concedida à Rádio Correio FM.
© 2003 - 2026 - ParaibaOnline - Rainha Publicidade e Propaganda Ltda - Todos os direitos reservados.