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Foto: Pixabay/ilustrativa
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O jornal O Estado de São Paulo publicou um editorial sobre o ´viés´ do ´Caso Master´ que envolve o setor Judiciário.
Resgato a seguir alguns trechos.
“O corregedor do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Mauro Campbell Marques, quer que cinco tribunais enviem informações atualizadas sobre os depósitos judiciais que mantêm no Banco de Brasília (BRB).
“A instituição (BRB) está envolvida até o pescoço no escândalo do Banco Master, mas está com cerca de R$ 30 bilhões em depósitos judiciais, um dinheiro que não pertence aos órgãos, mas a pessoas físicas ou empresas com processos em andamento nos Tribunais de Justiça (TJs) do Distrito Federal, da Bahia, de Alagoas, do Maranhão e da Paraíba.
“Dada a situação cada vez mais difícil do BRB, o leitor talvez se pergunte por que razão os Tribunais de Justiça de Bahia, Alagoas, Maranhão e Paraíba, tendo a possibilidade de manter os depósitos judiciais sob sua custódia em instituições federais como Banco do Brasil (BB) e Caixa Econômica Federal, escolheram o banco do Distrito Federal para fazê-lo.
“E o motivo, segundo eles mesmos, foi o rendimento que o BRB estava disposto a pagar sobre esses depósitos, em alguns casos mais que o dobro do oferecido por BB e Caixa.
Arremate do editorial do jornal; “Foi a ganância, e não a prudência, que guiou as decisões dos tribunais, e o mínimo que se espera é que eles sejam responsabilizados”.
*Tópicos repercutidos na edição desta terça-feira da coluna Aparte, assinada pelo jornalista Arimatéa Souza.
Veja a edição completa desta terça-feira:
Ganância vira problema judicial
Edição anterior:
Fiscalização na ´overdose´ de bets na TV
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