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Foto: Ascom
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O SINTAB realizou, nesta terça-feira (28/04), uma assembleia geral com servidores do município de Campina Grande para discutir a pauta da data-base das categorias.
Durante a reunião, foi aprovado um indicativo de greve, com prazo estabelecido até o dia 31 de maio, além da organização de um ato público no próximo dia 8 de maio, na Praça Clementino Procópio.
Segundo a categoria, há insatisfação com a falta de respostas por parte do prefeito Bruno Cunha Lima.
Entre os principais pontos discutidos estiveram a data-base, o reajuste do salário mínimo geral, a correção do salário mínimo dos servidores de apoio, o adicional de risco de vida dos vigias — congelado há mais de 30 anos em R$ 92 —, as progressões do magistério que não estão sendo publicadas, o cofinanciamento da saúde e informes sobre o andamento dos pisos salariais dos assistentes sociais e dos profissionais de fisioterapia.
O presidente do SINTAB, Franklyn Ikaz, relatou dificuldades para abrir uma mesa de negociação com a gestão municipal.
“Temos que tomar uma decisão: ou esperamos ou partimos para a ação. Não dá mais. Há dois meses tentamos iniciar uma negociação, e o prefeito continua sem responder aos nossos ofícios”, afirmou.
Já o vice-presidente do sindicato, Napoleão Maracajá, voltou a criticar o fato de o município não pagar o salário mínimo nacional a alguns servidores.
Segundo ele, a situação tem impactos diretos na qualidade de vida dos trabalhadores e compromete outros direitos.
“Isso tem repercussões drásticas para a qualidade de vida dos trabalhadores, puxando para baixo todos os demais direitos. Precisamos sair daqui com uma decisão. Não dá mais”, declarou.
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