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Comentarista esportivo.
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O fracasso do Campinense e do Treze em mais uma temporada no futebol paraibano nos leva a uma realidade que se impõe. Como diria o saudoso Humberto de Campos, “onde o dinheiro for e não resolver, é porque foi pouco”.
Atualmente nem Treze nem Campinense têm “bala na agulha” pra competir com Botafogo, Souza e Serra Branca. Um é SAF, outro tem a AldeoneSAF e o outro tem a Pixbet.
Mais do que eles, o futebol de Campina tem dívidas gigantescas. Mesmo assim, contrariando a lógica, pra alimentar ilusão, as conquistas ainda surgem. São razões de que a própria razão desconhece.
A paixão pelo futebol, arraigada no torcedor campinense, ou campinagrandense, impõe desafios inatingíveis aos seus adeptos. Alguns, flechados pelo cupido, assumem o leme de barcos desgovernados. Mas logo naufragam.
Luiz Augusto, Evandro Sabino e Arthur Bolinha remaram por pouco tempo. José Aurino, Lamir Mota, Evaldo do Ó, também. Citando alguns exemplos. Mas todos esbarraram no óbvio. Faltou o vil metal pra sarar as históricas feridas de pacientes que respiram por aparelhos.
Montar alicerces no futebol de Campina Grande é desafiador. Principalmente nos dias atuais. Sem calendário, sem visibilidade. Como diria o compositor Renato Vargas: “quem te viu, quem te vê”.
Atenção: Os artigos publicados no ParaibaOnline expressam essencialmente os pensamentos, valores e conceitos de seus autores, não representando, necessariamente, a linha editorial do portal, mas como estímulo ao exercício da pluralidade de opiniões.
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