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Saúde e Bem-estar
Foto: ParaibaOnline/Arquivo
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*Vídeo: ParaibaOnline
Durante o quadro Consultório JM, exibido no programa Jornal da Manhã, o médico Antônio Henriques chamou a atenção dos ouvintes para uma condição que, apesar de conhecida popularmente, pode esconder riscos importantes: o chamado “coração grande”.
Segundo o especialista, o termo usado no dia a dia se refere, na medicina, à cardiomegalia, caracterizada pelo aumento do tamanho do coração.
De acordo com o médico, essa alteração geralmente ocorre como uma resposta do organismo a algum tipo de sobrecarga.
“O coração é um músculo e, quando é exigido além do normal, ele tende a aumentar de tamanho para dar conta da demanda. O problema é que isso pode evoluir para complicações graves se não houver acompanhamento”, explicou.
Entre as principais causas destacadas estão a hipertensão arterial não controlada, infecções que afetam o músculo cardíaco, doenças congênitas, além de condições como anemia prolongada, distúrbios da tireoide e problemas renais.
O uso excessivo de álcool, drogas, obesidade e o envelhecimento também aparecem como fatores de risco.
O médico ressaltou que, em muitos casos, a cardiomegalia pode não apresentar sintomas no início, o que dificulta o diagnóstico precoce.
No entanto, com a evolução do quadro, podem surgir sinais como cansaço excessivo, falta de ar, inchaço nas pernas, tonturas, desmaios, dores no peito e palpitações.
“O grande risco é quando o coração perde a capacidade de bombear o sangue de forma eficiente, levando à insuficiência cardíaca, que é uma condição séria e pode ser fatal”, alertou.
O diagnóstico, segundo ele, é feito por meio de avaliação clínica e exames como eletrocardiograma, ecocardiograma e exames de imagem.
Já o tratamento depende da causa, podendo incluir medicamentos e, em alguns casos, procedimentos específicos.
Antônio Henriques também reforçou a importância da prevenção. “Manter hábitos saudáveis faz toda a diferença. Controlar a pressão arterial, praticar atividade física, ter uma alimentação equilibrada e evitar álcool em excesso e cigarro são medidas fundamentais”, destacou.
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