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Saúde e Bem-estar
Foto: Freepik/ilustrativa
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Sol forte, agenda cheia, praia, blocos de folia… quando a temporada de calor chega, a pele fica mais exposta e a rotina muda.
Nesse cenário, uma dúvida aparece com frequência e faz todo sentido: dá para realizar depilação a laser no verão?
A pergunta acompanha um movimento mais amplo do mercado de cuidados com a pele, impulsionado pela busca por soluções seguras e de longo prazo.
Segundo a Compound Annual Growth Rate (CAGR), o setor deve atingir US$ 261,41 bilhões até 2031, com crescimento médio anual de 6,48% entre 2024 e 2031, reflexo de um consumidor cada vez mais atento à qualidade dos serviços e à orientação profissional.
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A seguir, Tálona Nayla de Marco, especialista, explica como funciona o procedimento e o que considerar para manter o tratamento mesmo durante o verão.
Depilação a laser no verão?
Sim. “O procedimento pode ser realizado mesmo nos meses mais quentes, inclusive ao se preparar para o Carnaval e o período de praia, desde que o protocolo seja seguido corretamente e os cuidados com a pele sejam respeitados. O ideal é iniciar ou dar continuidade ao tratamento de 1 a 3 meses de antecedência, mantendo os intervalos entre as sessões e seguindo as orientações profissionais”, explica a especialista.
A profissional ressalta ainda que os cuidados no pós-procedimento fazem parte do resultado, especialmente no verão.
“Manter a região bem hidratada após as sessões ajuda a preservar a barreira cutânea, reduz a sensibilidade da pele e favorece uma recuperação mais confortável entre uma aplicação e outra”, orienta.
O que faz a diferença
Por atuar diretamente no ciclo de crescimento da pilosidade, a tecnologia a laser exige tempo e regularidade para entregar resultados consistentes.
“Apesar de não ser uma resposta instantânea, já a partir da primeira sessão é comum perceber uma leve mudança na velocidade de crescimento, com fios que passam a surgir de forma mais lenta”, relata a profissional.
De modo geral, o protocolo envolve entre 6 e 8 sessões, variando conforme a região tratada, a espessura dos fios, o tom da pele e fatores hormonais individuais.
“Os intervalos costumam ficar entre 30 e 45 dias, respeitando as fases naturais de desenvolvimento do fio, o que reforça a importância do planejamento para quem deseja manter o tratamento ativo”, conclui.
*Com informações de Markable Comunicação
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