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Saúde e Bem-estar
Foto: Ana Volpe/Agência Senado
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Durante a coluna Consultório JM, no Jornal da Manhã, o médico Antônio Henriques falou sobre o crescimento dos diagnósticos de transtorno do espectro autista TEA e transtorno do déficit de atenção com hiperatividade TDAH na infância e como esse processo tem levado muitos pais a se reconhecerem também como neurodivergentes na vida adulta.
Segundo o especialista, a avaliação das crianças muitas vezes funciona como um espelho para toda a família, revelando padrões de comportamento antes interpretados como falhas pessoais, desatenção ou dificuldade de adaptação.
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Antônio explicou que fatores como maior acesso à informação, critérios diagnósticos mais claros e a base genética desses transtornos contribuem para que pais identifiquem em si mesmos características semelhantes às dos filhos, o que pode gerar alívio, culpa ou necessidade de ressignificar experiências do passado.
O médico destacou ainda que o diagnóstico não deve ser visto como um rótulo, mas como ponto de partida para estratégias de cuidado, redução do estigma e melhoria da qualidade de vida familiar.
Foto: ParaibaOnline/Arquivo
Durante a coluna, ele reforçou que o diagnóstico de TEA e TDAH é atribuição exclusiva de médicos, preferencialmente neuropediatras ou psiquiatras especializados, e que o tratamento envolve uma equipe multiprofissional.
Para o especialista, compreender a neurodiversidade na família favorece relações mais empáticas, ajusta expectativas e contribui para uma sociedade mais inclusiva.
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