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*Vídeo: ParaibaOnline
Na última segunda-feira (17), o Conselho Federal de Farmácia (CFF) publicou uma resolução que respalda oficialmente o profissional farmacêutico a prescrever medicamentos categorizados como tarjados e que exigiriam receita médica.
O documento causou reação por parte de algumas entidades médicas, incluindo o Conselho Federal de Medicina (CFM), que classificou a resolução como “absolutamente ilegal e desprovida de fundamento jurídico”.
Sobre o assunto, o médico Antonio Henriques afirmou que concorda com o posicionamento das entidades médicas, destacando que o farmacêutico não tem a formação e o treinamento adequado para prescrever esses medicamentos.
“Na hora que complicar, esse profissional vai saber resolver o problema e assumir a responsabilidade pelos atos que praticou? Ou vai ficar para um médico resolver? Quem assina certidão de óbito é o médico. Na hora da notícia, o que aparece lá é: ‘erro médico’. Não se pode admitir um absurdo desses”, avaliou.
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