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Foto: ParaibaOnline/Arquivo
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O ex-ministro da Saúde e pré-candidato ao Senado Federal, Marcelo Queiroga (PL), avaliou, nesta quinta-feira (25), o cenário da disputa pelo Senado na Paraíba e comentou as articulações envolvendo alianças e apoios dentro do campo conservador.
Mesmo sem uma aliança formalizada entre o PL e o Partido Novo em torno do nome de Major Fábio como segundo voto da chapa, Queiroga afirmou acreditar que haverá convergência do eleitorado conservador.
“Independentemente de haver aliança política ou não, o eleitor conservador vai votar em Major Fábio e em Queiroga. Não tenho dúvidas disso. Inclusive, esse é o meu voto pessoal”, afirmou.
O ex-ministro também justificou a ausência de uma composição partidária com o Novo, citando divergências relacionadas a declarações recentes do ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema.
Segundo Queiroga, as posições adotadas por Zema geraram ruídos dentro do campo político conservador.
“Nós vimos o que o governador Zema disse recentemente em relação ao nosso candidato à Presidência da República. São questões que quebram esse encanto. O governador Zema é um cidadão de bem, mas é mal assessorado. Veja o que ele disse em relação aos nordestinos e, agora, vem com uma nova pérola sobre suplementação de renda”, justificou.
Queiroga também comentou a possibilidade de composição com outros nomes na disputa pelo Senado e afirmou não enxergar alinhamento com o ex-prefeito de Patos, Nabor Wanderley (Republicanos), a quem classificou como representante da velha política.
“Eu não vejo no candidato Nabor um projeto nacional. Ele tem uma área de atuação municipal, onde exerce certa liderança, mas representa a velha política, em que o filho (Hugo Motta) quer colocar o pai no Senado para ficar com um deputado e um senador. Isso não é bom para a Paraíba”, concluiu.
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