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Política
Foto: Ascom/Arquivo
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Para a senadora Daniella Ribeiro (Progressistas), a escolha do candidato a vice na chapa governista independe da questão de gênero.
Ela defende que o nome seja definido com base na capacidade de somar forças ao projeto político e contribuir para o fortalecimento da composição, e não apenas pelo fato de ser uma mulher na disputa.
A parlamentar citou como exemplo a postura do ex-governador da Paraíba, João Azevêdo (PSB), ao abrir espaço para a atuação de seu vice à época, Lucas Ribeiro (Progressistas), atual governador e pré-candidato à reeleição.
Segundo ela, Lucas teve a oportunidade de acompanhar de perto a gestão e desempenhar seu papel como vice-governador.
“É importante ter alguém que traga mais peso para a chapa, no sentido positivo. Obviamente, eu torço pelas mulheres, mas, ao mesmo tempo, precisamos fazer uma avaliação geral. Não é uma decisão unilateral. Não é uma decisão de Lucas ou de Daniella Ribeiro, mas uma decisão que envolve todos os parceiros que estão na chapa”, observou.
Segundo a senadora, a escolha não deve ser baseada apenas no fato de o nome ser feminino, mas também nas condições e qualidades necessárias para exercer a função.
Ela ressaltou que existem mulheres comprometidas e outras que não são, da mesma forma que ocorre entre os homens, que ainda são maioria na política.
“Então, eu não gostaria de dizer que a decisão deve ser por gênero, mas sim resultado de uma avaliação conjunta de todos os envolvidos na aliança, para a escolha de um nome que some ao projeto”, opinou.
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