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Política
Foto: ParaibaOnline/Arquivo
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O deputado estadual Fábio Ramalho (MDB) defendeu nesta terça-feira (02) a alternância de poder na Paraíba e avaliou o cenário político para as eleições de outubro.
Questionado inicialmente sobre um eventual apoio ao ex-prefeito de Patos, Nabor Wanderley (Republicanos), como segundo nome ao Senado Federal, em detrimento do pré-candidato emedebista André Gadelha, Fábio destacou que a decisão final caberá ao eleitor.
“Quem primeiro escolhe é o eleitor. A Paraíba precisa entender que não é necessário que apenas o líder político faça a sua escolha, a escolha tem que vir dos quase 3 milhões de paraibanos que estarão indo às ruas”, disse.
Provocado a comentar as cobranças públicas feitas por André Gadelha a aliados e correligionários, o parlamentar pregou respeito às diferentes composições políticas dentro do grupo oposicionista.
“Nós temos encontrado parceiros nossos que votam em João, que votam em André e é assim que nós vamos levar, porque a principal escolha é do povo paraibano […] Mesmo mesclado, diferente ou parecido, que a escolha seja das pessoas. Se as pessoas acham que o melhor nome é A, B ou C, que seja escolhido para poder fazer pela Paraíba que nós sonhamos”, reforçou.
UNIÃO DAS OPOSIÇÕES EM EVENTUAL SEGUNDO TURNO
Diante do cenário de divisão das oposições entre as pré-candidaturas de Cícero Lucena (MDB) e Efraim Filho (PL), Fábio Ramalho projetou uma convergência do grupo em um eventual segundo turno.
“O projeto é o mesmo, o sonho é o mesmo de que a oposição vença as eleições […] o que nós entendemos é que no segundo turno nós estaremos juntos, firmes, para que a gente possa dar um ponto final nesse governo que está há 16 anos e que não consegue resolver os problemas não só de Campina Grande, mas de todo o Compartimento da Borborema”, declarou.
O deputado também fez críticas à gestão estadual e defendeu a pré-candidatura de Cícero Lucena ao Governo da Paraíba.
“O governo do estado precisa agir e é confiando em Cícero Lucena que nós estaremos aptos a ajudar esse projeto para se falar em saúde daqueles que mais precisam, voltar a ter convênios com os prefeitos sem apenas ser em anos eleitorais, porque é muito fácil estar atrás de prefeitos fazendo convênios, quando nós passamos sete anos de um governo que sequer olhava para os municípios paraibanos”, concluiu.
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