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Política
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
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Uma expressão recorrente no universo político, mas que subsiste por sua precisão: pesquisas e cenários políticos de momento são ´fotos´, mas o processo eleitoral é um ´filme´, contínuo por assim dizer.
Para o professor Felipe Nunes, da Universidade Federal de Minas Gerais e diretor do Instituto Quaest, algumas variáveis estatísticas e constatações históricas e sociológicas indicam que o pleito já precocemente em curso tem ainda a marca da indefinição.
É indispensável ressaltar um aspecto da abordagem de Felipe Nunes. Após grifar que a polarização política brasileira segue praticamente inalterada, com 1/3 dos eleitores perfilados como esquerdistas/lulistas, outro 1/3 como direitistas/bolsonaristas, ele se debruçou sobre o 1/3 remanescente, que na sua opinião será quem deverá definir a sucessão presidencial.
Grosso modo, se trata de um agrupamento de eleitores que está desapontado ou que faz restrições aos dois extremos mencionados.
Acontece, que o grau de indignação desse recorte do eleitorado é tamanho, que quase a totalidade dele caminha para três vertentes: não comparecer às urnas, votar em branco ou anular o voto.
Saiba mais detalhes lendo a edição especial desta segunda-feira, 01.06.26, da coluna Aparte, escrita pelo jornalista Arimatéa Souza.
Acesse aqui:
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