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Política
Foto: Juliana Santos/Ascom/CMJP
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Vereadores de João Pessoa apresentaram, nesta quinta-feira (07), propostas para auxiliar as famílias afetadas pelas fortes chuvas que atingiram a capital paraibana na última semana.
As sugestões surgiram após reunião entre parlamentares da Câmara Municipal e o prefeito Léo Bezerra (PSB), diante do cenário de emergência enfrentado por moradores de áreas atingidas.
O vereador Guga Pet (Progressistas) defendeu o remanejamento das emendas parlamentares para ações emergenciais de assistência às famílias mais impactadas.
“As famílias perderam tudo e eu acho mais do que justo que todos os vereadores deem as mãos e possam realocar todas as emendas de todos os vereadores para poder ajudar com auxílio-aluguel, com toda estrutura para que essas pessoas possam ter uma vida melhor”, afirmou.
O parlamentar também sugeriu a revisão de recursos destinados à Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope) para realização do do São João de João Pessoa.
“Que a gente possa rever isso e doar para relocar, para ajudar as famílias que mais precisam, que perderam tudo. São João a gente vai ter todos os anos”, declarou.
Já o vereador Fábio Carneiro (Solidariedade) propôs a criação de um limite para os cachês de artistas contratados para os festejos juninos da capital.
“Diante das circunstâncias que a cidade está vivendo, coloquei uma proposta de ter um teto de R$ 200 mil para a contratação de bandas no nosso São João”, disse.
Segundo ele, a realização do evento cultural pode ser mantida, mas com redução de gastos considerados excessivos neste momento.
“Não é necessário acabar, nós temos que ter a nossa cultura, preservar isso, mas grandes bandas tocar uma hora e ir embora com mais de R$ 1 milhão nesse momento de chuvas é impossível a gente aceitar”, afirmou.
Na mesma linha, o vereador Mô Lima (Progressistas) sugeriu priorizar artistas locais e reduzir a contratação de atrações de alto custo.
“Eu sugeri que poderia não contratar os grandes artistas com cachês de R$ 400 mil, era bom pegar esse dinheiro, colocar no emergencial e contratar artistas pequenos que passam o ano inteiro esperando para tocar”, pontuou.
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