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Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil
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O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, defendeu, nesta quinta-feira (7), a redução da jornada semanal de trabalho e o fim da escala 6×1 durante audiência pública da Comissão Especial realizada na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), em João Pessoa.
O encontro discutiu mudanças na jornada de trabalho e reuniu representantes do governo, parlamentares, trabalhadores e empresários.
Segundo o ministro, a proposta defendida pelo Governo Federal prevê a redução imediata da jornada máxima de 44 para 40 horas semanais, sem redução salarial, além da adoção de duas folgas por semana.
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“A jornada hoje é de 44 horas semanais. O governo propõe a redução da jornada máxima imediatamente para 40 horas semanais, sem redução de salário e com duas folgas na semana. Isso atenderia duas reivindicações importantes: a redução da carga horária durante a semana e o fim da escala 6×1, a pior das escalas possíveis, a mais cruel”, afirmou.
Marinho também destacou que o atual modelo de escala gera impactos indiretos para as empresas, principalmente relacionados à saúde dos trabalhadores.
“A escala leva a custos não visíveis para as empresas, que são o adoecimento e as faltas”, disse.
O ministro ressaltou ainda que algumas empresas já começaram a adotar mudanças na jornada e têm registrado resultados positivos.
“Essa mudança levou a resultados importantíssimos, segundo relatos das próprias empresas, como o preenchimento das vagas abertas e a redução quase total das faltas”, declarou.
Luiz Marinho reforçou a necessidade da aprovação do fim da escala 6×1, argumentando que a demanda por mais tempo de descanso tem sido uma reivindicação clara dos trabalhadores brasileiros.
“As pessoas estão dizendo claramente que precisam de dois dias de folga na semana para terem condições de cuidar da família e dos afazeres. Portanto, esse é o recado e essa é a posição do governo, buscando estar totalmente em sintonia com os trabalhadores e trabalhadoras do nosso país”, concluiu.
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