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Foto: ParaíbaOnline/Arquivo
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O pré-candidato ao governo da Paraíba pelo MDB, Cícero Lucena, comentou com a imprensa na manhã desta sexta-feira (24) sobre a expectativa do julgamento do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba, marcado para a sessão da próxima segunda-feira (27), de mais uma ação decorrente da Operação Território Livre de deflagrada pela Polícia Federal (PF) e pelo Gaeco/MPPB nas eleições de 2024, quando Lucena se elegeu prefeito de João Pessoa.
A Justiça Eleitoral vai julgar a Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) impetrada pelo então adversário à época, o candidato Marcelo Queiroga (PL), que levou as eleições para o segundo turno.
A ação contesta a reeleição de Cícero Lucena, que estava no Progressistas, e Leo Bezerra (PSB).
A Ooperação investigou um esquema de aliciamento violento de eleitores e corrupção eleitoral nas eleições municipais de João Pessoa, que resultou na prisão de figuras políticas, incluindo a ex-vereadora Raíssa Lacerda e a então primeira-dama da capital paraibana, Lauremília Lucena, suspeitas de envolvimento com o esquema criminoso para controlar votos em determinadas áreas.
A operação destacou ainda a interferência de facções criminosas no processo eleitoral local, visando, segundo a Polícia Federal, o domínio territorial e a manutenção de alianças políticas para benefícios ilícitos.
Cícero Lucena disse à imprensa que está tranquilo, pois sempre cumpriu a legislação eleitoral e sabe do que fez e como fez durante o processo.
“Temos tranquilidade em relação a isso, até porque o que precisa a gente chamar a atenção é ter um governo do Estado que se preocupe com a bandidagem, que enfrente, que tenha coragem de fazer, até porque é papel dele, junto com o governo federal, de combater essa questão de eventuais facções que existam espalhadas por qualquer cidade ou qualquer Estado”, destacou à imprensa.
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