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Política
Foto: Leonardo Silva/ParaibaOnline/Arquivo
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O deputado federal Damião Feliciano (União Brasil) afirmou, nesta sexta-feira (10), que o partido trabalha para ampliar sua representatividade nas eleições de outubro, tanto na Assembleia Legislativa quanto na Câmara dos Deputados.
Segundo ele, a expectativa é de protagonismo com a construção das nominatas.
“Na nominata de estadual nós devemos ser a maior bancada, federais nós temos dentro da mensuração capaz de fazer dois, com capacidade de fazer o terceiro”, declarou.
Questionado sobre a possibilidade da esposa, Lígia Feliciano, integrar uma chapa para o Senado, o parlamentar destacou que o cenário ainda está em construção dentro do grupo político.
“Tudo vai ser previsão até chegar em cima dessa eleição. Nós estamos montando um time forte […] liderado por João Azevêdo, Lucas Ribeiro, Aguinaldo Ribeiro, Hugo Motta, nós vamos contribuir e decidir as eleições não só com a questão de opiniões, mas também com as composições que vão surgir dentro desse bloco que está se apresentando”, afirmou.
Damião também esclareceu a exoneração do filho da Secretaria de Estado do Desenvolvimento e da Articulação Municipal, atribuindo a decisão a um acordo.
“A exoneração foi a pedido de Renato. Ele fez um acordo e o governador pediu a nós que deixássemos essa secretaria para George porque ele faz o perfil de articulação municipal e nós estamos aqui para colaborar e ajudar esse grupo a pontuar muito bem”, explicou.
Sobre o cenário nacional, o deputado reconheceu que o União Brasil ainda não tem posição fechada, mas reafirmou seu alinhamento com o projeto de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
“Hoje está dividido, mas o partido ainda não tomou uma posição definida. Eu sou assumido e acordado com o presidente Rueda do lado do presidente Lula até porque tenho um filho que é da administração do presidente Lula, mas acima de tudo pela questão filosófica e política que eu tenho do lado do presidente Lula”, disse.
Indagado sobre a possibilidade de o Progressistas compor uma chapa nacional ao lado de Flávio Bolsonaro (PL), Damião indicou que o tema ainda será debatido internamente.
“O União Brasil tem muitos segmentos que pendem para a direita e a gente tem que ficar analisando. Vai ter uma reunião em Brasília para definir esse aspecto”, concluiu.
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