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Política
Foto: Leonardo Silva/ParaibaOnline
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O empresário e ex-candidato à Prefeitura de Campina Grande, Artur Bolinha, oficializou, nesta quarta-feira (01), sua filiação ao Partido Liberal (PL), para viabilizar uma eventual pré-candidatura ao Senado Federal nas eleições de outubro.
Ao justificar a saída do Partido Novo, Bolinha destacou alinhamento político com o projeto nacional da legenda e citou o apoio ao senador Flávio Bolsonaro como fator decisivo para a mudança.
“O que moveu a decisão de sair do Novo para o PL se deu em função de votar em Flávio Bolsonaro para presidente, eu não estava me sentindo à vontade de estar no Novo, ser ouvido, mas não estar acompanhando o candidato a presidente do Novo, que é Zema”, afirmou.
NOME À DISPOSIÇÃO DO PARTIDO
O empresário afirmou que ainda não aprofundou as conversas com o senador Efraim Filho (PL), mas deixou claro que está disponível para disputar cargos federais no próximo pleito.
“Eu não sentei ainda com Efraim de forma mais detalhada, mas descartei a possibilidade de ser candidato a deputado estadual. Se eu tivesse de pleitear, seria a um cargo federal, candidato a deputado federal ou até mesmo senador”, enfatizou.
Apesar da disposição, Bolinha ponderou que respeitará as definições partidárias.
“Se o partido entender que a escolha recairá apenas em um nome e o outro nome de repente ficará disponível para que o Novo ou outro partido possa colocar, a gente aceita naturalmente. Mas se o entendimento for de contemplar Campina Grande, eu coloquei o meu nome à disposição para que a gente pudesse concorrer a uma vaga de senador”, acrescentou.
POSSÍVEL COMPOSIÇÃO COM EFRAIM FILHO
Questionado sobre uma eventual composição como vice-governador na chapa de Efraim, Bolinha indicou que aguarda definições, especialmente sobre o nome da primeira-dama de Campina Grande, Juliana Cunha Lima (União Brasil).
“Eu não conversei com Efraim sobre […] vou preferir esperar exaurir essa situação, eu tenho confiança que ela seja de fato a indicada e, se ela não for indicada, a gente senta para conversar e ver qual é a melhor alternativa para contribuir com essa chapa”, ponderou.
IMPASSES NAS FILIAÇÕES AO PL
Bolinha também comentou os rumores de impasses envolvendo filiações de vereadores do União Brasil ao partido, destacando a interpretação de que os atos estariam dentro da legalidade.
“A gente sabe que o Brasil é um país de muita instabilidade jurídica […] mas as informações que me chegaram é que o senador ainda na vigência do seu mandato enquanto presidente havia concedido essa carta dentro do prazo da janela de desincompatibilização, então legalmente eles estariam amparados”, concluiu.
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