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Foto: ParaibaOnline
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O senador e presidente estadual do MDB, Veneziano Vital do Rêgo, afirmou, neste sábado (28), que o partido está próximo de definir o formato das chapas proporcionais para as eleições de outubro.
Segundo o dirigente, a proposta inicial previa duas estruturas, uma para o MDB e outra para o PSD, mas evoluiu para a hipótese de unificação.
“Surgiu uma alternativa além de primeira, que era no sentido de ter duas estruturas formadas, uma para o MDB e outra para o PSD, passados alguns dias os nossos companheiros levantaram a hipótese de formar um único grupo, num único partido que seria o MDB, e nós estamos para tomar essa decisão, que é uma decisão que não caberá apenas a mim”,
Veneziano destacou o potencial de crescimento da bancada estadual caso a unificação se concretize.
“Eu continuo a falar sobre a possibilidade de um crescimento bastante expressivo do MBD. Hoje nós temos duas cadeiras ocupadas no parlamento estadual, se houver essa composição em torno da legenda do MDB, poderemos chegar, por que não pensar, até 10 membros, mas essa definição penso que deverá ocorrer até terça-feira”, projetou.
Para a Câmara Federal, o senador indicou que a composição deve ficar sob responsabilidade do PSD, reunindo nomes de peso.
“Nós devolvemos em gesto de reconhecimento para que pudéssemos fazer a composição à Câmara Federal no PSD, e é o que deve ocorrer com as presenças dos deputados Mersinho Lucena, Welligton Roberto, a chega anunciada do doutor Jhony Bezerra e de outros participantes que já firmaram esse compromisso. Então, devemos sair com as chapas uma à Assembleia pelo MDB e a outra chapa formada para a disputa das 12 cadeiras da Câmara Federal”, reforçou.
Apesar do avanço nas articulações, Veneziano reconheceu que ainda há resistências internas.
“Ainda há dois ou três companheiros que resistem a essa ideia, ou seja, a não chegaram ao convencimento pessoal de que essa seria a melhor forma de disputa. Agora, a sua ampla maioria deseja a formação numa única legenda. Essa decisão caberá aos mesmos”, declarou.
RELAÇÃO COM BRUNO CUNHA LIMA
O senador também comentou a interlocução com o prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (União Brasil).
“Não tenho conversado com o prefeito, tenho conversado com os seus auxiliares […] eu não recebi retorno de Bruno, imagino que por sua agenda que é extensa ele não teve oportunidade de me retornar, eu não quero atropelar as obrigações administrativas do prefeito Bruno”, afirmou.
DEFINIÇÃO DA VAGA DE VICE
Sobre a composição da chapa para o Governo do Estado, Veneziano reafirmou preferência por nomes já ventilados no cenário político.
“Nós continuamos com a tese que o ideal quadro formado seria com a presença ou de Pedro ou de Romero, mas ainda não houve a definição nem de um nem de outro”, ressaltou.
Ele ponderou, no entanto, que outras alternativas podem ser consideradas.
“Se essa possibilidade não ocorrer, não haverá prejuízos maiores, porque teremos que buscar um outro nome”, disse.
CRÍTICAS À DISPUTA POR APOIOS
Ao comentar as movimentações políticas no interior, especialmente envolvendo o prefeito de Patos e pré-candidato ao Senado, Nabor Wanderley (Republicanos), Veneziano fez críticas à forma como tem sido conduzida a disputa por apoios.
“Eu vejo do ponto de preocupação sobre o ponto de vista político […] As abordagens são abordagens do tipo ‘quanto é que você quer?’, ‘quanto é que fulano participou ou ajudou?’, ‘eu dou o quádruplo, eu dou o quíntuplo’, esse é o tipo de conversa que está acontecendo e eu não tenho dificuldade nenhuma de dizer”, rechaçou.
O senador reforçou que não adota esse tipo de prática.
“Eu nunca fiz política assim, não me convenço a fazer política assim porque conceitualmente não é o meu perfil, o que nós temos é a entrega, é o trabalho”, concluiu.
Confira a entrevista abaixo:
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