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*Vídeo: ParaibaOnline
O vereador Márcio Guedes (PSB) concedeu entrevista à Rádio Caturité FM nesta quinta-feira (26) e falou abertamente sobre sua relação com o partido, posicionamentos políticos e projeções para o futuro.
O parlamentar destacou que, apesar de ter sido eleito pela legenda com expressiva votação, não houve uma aproximação com a direção partidária.
“Não é novidade que apesar de eu ter sido eleito pelo PSB, sem vaidade, fui o mais votado com 4.008 votos e não tive um estreitamento com o pessoal do PSB na presidência, tanto estadual quanto municipal”, afirmou.
Márcio Guedes explicou que, inicialmente, a situação gerou preocupação, mas que optou por manter o foco no mandato.
“A princípio eu me preocupei, mas depois segui com o meu mandato para trabalhar por Campina. Fui eleito para isso e agora, no momento certo, é hora de analisar os projetos e entender esse novo momento da política”, pontuou.
O vereador também revelou que não fez indicações ao governo estadual e comentou sua relação no âmbito municipal, tendo uma certa amizade com o prefeito Bruno Cunha Lima.
Sobre os próximos passos políticos, Márcio afirmou que deve tomar uma decisão até abril.
“É importante que a gente analise qual rumo tomar e quem seguir para fazer um bom mandato”, declarou.
No campo eleitoral, ele já adiantou seus apoios proporcionais.
“Para federal eu voto em Murilo Galdino e para estadual João Paulo Segundo. A majoritária ainda não tenho”, revelou.
Ao comentar o cenário político local, o vereador avaliou como “corajoso” o movimento de Jhony Bezerra de deixar o PSB e a base governista para ser oposição.
“Entendendo como o PSB foi comigo, eu consigo compreender essa movimentação de Jhony. Não sei qual análise ele fez, pois foi secretário de Saúde, candidato a prefeito, mas como não sei dos bastidores, não posso julgar”, afirmou.
Já na conjuntura nacional, Márcio demonstrou indecisão quanto ao cenário eleitoral.
“Eu não achei que Flávio fosse o candidato, imaginava que era Tarcísio. Agora, sendo o filho de Bolsonaro, fiquei na dúvida, pois não queria Lula e nem Bolsonaro. É outra indefinição que preciso avaliar”, concluiu.
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