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Foto: ParaibaOnline/Arquivo
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*Vídeo: ParaibaOnline
Durante a sessão desta terça-feira na Câmara Municipal de Campina Grande, o vereador Alexandre Pereira (União Brasil) cobrou que parlamentares da oposição façam um pedido público de desculpas após o arquivamento, pelo Ministério Público, de uma denúncia envolvendo suposta apropriação indevida de recursos pela Prefeitura.
Segundo o parlamentar, a acusação, que ganhou corpo no final do ano passado e início deste ano, acabou gerando grande repercussão na cidade, mas foi considerada improcedente pelas autoridades.
De acordo com Alexandre Pereira, o arquivamento da denúncia reforça que as acusações não tinham fundamento. Ele destacou que o prefeito já havia obtido decisão favorável em outra instância antes mesmo da decisão do Ministério Público.
“Ao final do ano passado e neste ano se criou um grande alvoroço na cidade por conta de uma denúncia sem sentido, de que a Prefeitura teria se apropriado indevidamente de valores de uma entidade. Para nossa surpresa, no último final de semana o Ministério Público arquivou essa denúncia por falta de provas. O prefeito já tinha vencido em outra instância e agora houve esse arquivamento”, afirmou.
O vereador disse que a cobrança feita na tribuna foi para que os parlamentares que defenderam a acusação reconheçam publicamente o erro.
“O meu pedido foi que os colegas vereadores de oposição venham à tribuna e façam um pedido de desculpas. Não custa nada o homem público reconhecer quando erra. Eles passaram meses criando todo tipo de fato político em cima dessa denúncia”, declarou.
Durante a fala, Alexandre também fez distinção entre a gestão municipal da saúde e denúncias que, segundo ele, envolvem o sistema estadual.
“Nós deixamos muito claro que a Secretaria de Saúde de Campina Grande não é a PB Saúde do Estado, que tem denúncias gravíssimas de irregularidades já apontadas pelo Tribunal de Contas”, pontuou.
Sobre a CPI que chegou a ser discutida na Câmara, o vereador afirmou que a continuidade ou arquivamento da comissão depende da decisão da Mesa Diretora da Casa, mas ressaltou que o fato que motivou o pedido de investigação já foi esclarecido.
“O fato determinado era justamente a denúncia de um diretor de unidade hospitalar de que a prefeitura teria se apropriado de recursos provenientes de emendas parlamentares que seriam dele. Já foi provado que esses recursos nunca pertenceram a ele. Existe um déficit reconhecido pela própria prefeitura de cerca de R$ 17 milhões, parte já paga e o restante será quitado ao longo deste ano”, concluiu.
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