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Política
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
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A juíza eleitoral da 57ª Zona Eleitoral, Thana Michelle, realizou, nesta sexta-feira (27), uma reunião com os candidatos aos cargos de prefeito e vice-prefeito de Cabedelo, que disputarão a eleição suplementar de abril.
O encontro aconteceu no Fórum Júlio Aurélio Moreira Coutinho e teve como objetivo orientar as chapas sobre os limites legais da propaganda eleitoral, além de alinhar procedimentos relacionados à segurança durante o período de campanha e no dia da votação.
Participaram da reunião o prefeito interino Edvaldo Neto (Avante) e o candidato a vice Evilásio Cavalcanti (Avante).
Também estiveram presentes o deputado estadual e postulante Wallber Virgolino (PL) que tem como candidata à vice Morgana Macena (PL).
Além de representantes de órgãos como o Ministério Público Eleitoral, a oficiala da Justiça Eleitoral e as forças de segurança que atuarão no processo, incluindo a Polícia Civil e a Polícia Militar da Paraíba.
Em entrevista à imprensa, a juíza Thana Michelle afirmou que a eventual solicitação de tropas federais dependerá do andamento do processo eleitoral.
“O desenrolar do pleito eleitoral é que vai sinalizar a possibilidade ou não de tropas federais para o dia ou para alguns dias antes. Tudo é possível, mas não é desejável e eu acredito que nós não precisaremos desse apoio”, afirmou.
Segundo a magistrada, por se tratar de um pleito excepcional no estado neste período, o reforço na segurança pública será ampliado.
“Nossa eleição será a única no estado. Então, nós vamos reforçar desde o princípio a polícia na rua, dando segurança aos atos de campanha e, principalmente, aos eleitores”, garantiu.
A juíza também fez um apelo para que a disputa eleitoral seja marcada por civilidade e respeito entre os candidatos.
“É imprescindível, porque os ataques pessoais não acrescentam votos nem simpatia de eleitores, também não é o que deve prevalecer […] nós, que somos representantes do poder público, que possamos dar esse exemplo de civilidade à população”, reforçou.
A avaliação sobre a eventual necessidade de tropas federais neste pleito também foi feita pela tenente-coronel Viviane Vieira, do 21º Batalhão de Polícia Militar da Paraíba.
De acordo com ela, um planejamento da atividade policial será feito para garantir a segurança do processo.
“É uma ferramenta, mas nós acreditamos que as pessoas em campo conhecem melhor o local e é muito melhor que a gente aja com planejamento para que não haja a necessidade de utilização. Há possibilidade, mas a utilização também é algo bem pontual”, disse.
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