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Foto: Agência Câmara
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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou, nesta sexta-feira (27), que vai acionar o Conselho de Ética da Casa após a confusão envolvendo parlamentares durante a CPMI do INSS.
O episódio ocorreu depois da aprovação da quebra de sigilo bancário de Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Segundo Hugo Motta, o clima de confronto político tem comprometido o funcionamento das comissões no Congresso Nacional.
“O embate político está se sobrepondo ao regimento de como se deve funcionar as Comissões Parlamentares de Inquérito no Senado Federal, tanto as mistas como também as permanentes”, afirmou.
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O presidente da Câmara criticou o uso das CPIs como instrumento de exposição e ataques pessoais.
“CPI não pode servir para palanque eleitoral, CPI não pode servir para atacar a reputação das pessoas de maneira gratuita. Isso nos preocupa”, declarou.
Hugo Motta lamentou o episódio registrado na comissão e reforçou que o Parlamento não pode se transformar em espaço de confronto físico entre os deputados.
“Eu espero que aquilo que aconteceu ontem não se repita. Foi um episódio triste, foi um episódio de embate entre os parlamentares. O plenário da Casa não se pode transformar em um ringue onde a força física seja usada. O parlamento é lugar de debate de ideias”, destacou.
O deputado garantiu que o Conselho de Ética será acionado para a preservação da imagem institucional da Câmara.
“O Conselho de Ética serve para garantir a boa conduta dos parlamentares. Eu, desde que virei presidente, enfrentei alguns episódios como esse e é sempre muito ruim para a imagem da Casa quando esse tipo de coisa acontece”, concluiu.
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