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Política
Foto: Gabriela Biló/Folhapress
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Uma entrevista dada pelo deputado federal por São Paulo, Marcos Pereira, presidente nacional do partido Republicanos e pastor da Igreja Universal do Reino de Deus, merece ser topicamente reproduzida em face das sinceridades e (principalmente) das insensibilidades que ele externou ao comentar a emenda constitucional que vida a redução da jornada de trabalho).
Algumas de suas declarações:
“Estou muito preocupado. Eu já demonstrei ao (deputado) Hugo Motta (também filiado ao Republicanos) a minha contrariedade ao tema. Não é o momento para se debater.
“Hugo me disse: ´Eu estou fazendo isso porque se eu não fizer, o governo vai fazer, então é melhor que a Casa tome o protagonismo´.”
“Eu acho que quanto mais trabalho, mais prosperidade. Claro, a pessoa tem que ter lazer, mas lazer demais também, o ócio demais faz mal. Tenho vários casos aí de pessoas que eu conheço, de famílias que eu conheço, o fulano quando parou de trabalhar, principalmente com certa idade, parou de trabalhar, morreu rápido, ficou doente.
“E se as pessoas fossem fazer lazer, tivessem condições de fazer lazer, ok, tudo bem. Também o lazer é importante, para o ´psico´, para o desenvolvimento mental, para a saúde mental.
“Mas a população vai fazer lazer onde? O povo não tem dinheiro, infelizmente. Vai ficar mais exposto a drogas, a jogos de azar. Pode ser o contrário. Ao invés de lazer, pode ser o mal.
“Qual é o lazer de um pobre numa comunidade? Ou num sertão lá do Nordeste?”
*informações repercutidas na coluna Aparte, assinada pelo jornalista Arimatéa Souza.
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