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Foto: ParaibaOnline/Arquivo
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O deputado estadual Luciano Cartaxo (PT) defendeu que as decisões nacionais do Partido dos Trabalhadores não tenham peso superior às deliberações estaduais nas definições políticas da legenda para as eleições deste ano.
Em entrevista à imprensa, nesta segunda-feira (09), o parlamentar avaliou que é possível conciliar a prioridade da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com o fortalecimento do partido nos estados.
“Eu vejo que plenamente possível a gente conciliar a prioridade em relação à reeleição do presidente Lula. Agora, isso não é incompatível com o PT também ter os seus objetivos em cada estado brasileiro para crescer, sair das urnas maior também nos estados, é até uma forma de ajudar mais ainda o presidente Lula”, afirmou.
Segundo Cartaxo, o PT na Paraíba tem condições de ampliar sua representação política, desde que haja organização e definição clara.
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“O PT tem força política para ampliar a bancada estadual e a bancada federal, desde que esteja organizado, desde que tenha um posicionamento claro. Já estamos na semana do Carnaval, daqui a pouco é março e a gente precisa tomar um posicionamento”, disse.
O deputado voltou a defender que a legenda busque protagonismo na disputa eleitoral no estado.
“Eu acredito que a gente precisa ter esse grau de maturidade política para o PT sair maior e participar também da chapa majoritária e não ficar como coadjuvante”, declarou.
VOTO ABERTO DO PT-PB
Diante da indefinição do partido na Paraíba sobre qual pré-candidatura ao Governo do Estado irá apoiar entre Cícero Lucena (MDB) e Lucas Ribeiro (Progressistas), Luciano Cartaxo foi categórico ao rejeitar a possibilidade de o PT liberar seus filiados para votar sem a necessidade de orientação partidária.
“No estado a gente tem que ter um posicionamento. No estado a gente tem que subir em um palanque. Eu não acredito que o PT vá abdicar de ter um posicionamento político”, afirmou.
De acordo com o parlamentar, a falta de definição fragiliza a identidade política da legenda junto à população.
“Isso vira uma geleia geral onde a população precisa compreender qual o posicionamento do partido. Então, eu acredito que a gente precisa ter essa clareza e eu não vejo outra alternativa para o PT, mesmo que tenha divergências internas, e é natural, mas que a gente tenha uma orientação, o partido tenha um posicionamento nesse sentido. Eu acredito que esse é o caminho”, concluiu.
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