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*Vídeo: ParaibaOnline
O vereador Anderson Almeida (Pila), líder da bancada de oposição na Câmara Municipal de Campina Grande, concedeu entrevista ao Jornal da Manhã da Rádio Caturité FM, na qual fez duras críticas à gestão municipal e reforçou o papel fiscalizador do seu mandato.
Segundo o parlamentar, desde o início de sua atuação na Casa, a prioridade tem sido ouvir a população e acompanhar de perto a prestação dos serviços públicos.
“Desde o início de meu mandato na Câmara Municipal, sempre me mantive convicto da importância da fiscalização e do acompanhamento dos serviços públicos. Embora a função do vereador seja legislar e votar, sempre destaquei que minha maior contribuição está em atender às demandas da sociedade”, afirmou.
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Anderson avaliou que Campina Grande vive um momento de desorganização administrativa, o que tem impactado diretamente a vida da população. Para ele, o ano de 2025 deixou evidente o que classificou como um “desastre administrativo”, marcado por atrasos salariais e falhas em áreas essenciais, especialmente na saúde.
“A população reclamou da falta de atendimento, da ausência de exames, do funcionamento inadequado dos hospitais e da ineficiência das UPAs. Infelizmente, essa situação se estendeu para 2026, por falta de gestão e omissão da administração municipal”, criticou.
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Questionado sobre as CPIs propostas pela oposição, o vereador afirmou que o grupo não desistiu das investigações e que voltará a cobrar do presidente da Câmara o andamento dos pedidos.
“As CPIs são fundamentais para apurar situações graves, inclusive com suspeitas de desvio de recursos, principalmente na área da saúde. Esse prazo já foi extrapolado”, declarou.
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Anderson explicou que uma das CPIs investiga possível desvio de finalidade no uso de emendas parlamentares, com base em relatório preliminar do Tribunal de Contas do Estado. Segundo ele, caso a Câmara não avance com as investigações, a oposição poderá recorrer à Justiça.
Sobre a liderança da bancada de oposição, o parlamentar destacou que a definição será feita de forma coletiva. “A decisão é tomada em conjunto com os vereadores da oposição. Qualquer nome escolhido terá um papel importante”, concluiu.
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