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Política
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
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Nesta segunda-feira (12), o deputado federal Hugo Motta (Republicanos) avaliou o cenário político da Paraíba para as eleições deste ano e adotou um tom cauteloso ao tratar de apoios eleitorais.
Em entrevista à imprensa, o parlamentar evitou cravar apoio ao projeto de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), destacando aliança concreta apenas com a chapa governista liderada pelo governador João Azevêdo (PSB) na Paraíba.
“Isso primeiro depende do presidente, depende do partido do presidente. O que nós temos procurado dialogar no âmbito do Republicanos e da aliança que nós temos com o governador João Azevêdo, com o vice-governador Lucas, é poder ter um projeto que verdadeiramente represente aquilo que o estado precisa”, afirmou.
Segundo Hugo Motta, o grupo governista defende a continuidade do atual modelo administrativo, que, na avaliação dele, tem aprovação popular.
“Esse é o projeto que nós defendemos, é com essa tranquilidade que nós vamos para o período eleitoral na certeza de que o povo da Paraíba tem aprovado o atual modelo de gestão e é justamente esse modelo que nós vamos defender: a pré-candidatura do vice-governador Lucas, a pré-candidatura do governador João Azevêdo e a pré-candidatura do Nabor Wanderley para o Senado”, reforçou.
Na condição de presidente estadual do Republicanos, Hugo ressaltou que a construção de eventuais alianças parte do diálogo com outras legendas que serão feitas no momento adequado.
“Com relação aos apoios, aos demais partidos, as construções que serão feitas, nós temos até as convenções para podermos dialogar bastante e poder encontrar a melhor equação possível para que esse projeto possa ser o projeto vencedor nas próximas eleições”, projetou.
Provocado novamente sobre um eventual apoio ao presidente, o deputado afirmou que a decisão será construída com base em reciprocidade política.
“Isso nós vamos discutir ao longo do período. Nós temos que entender que a política se faz com reciprocidade. Então, nós temos que entender o que nós vamos ter de apoio, de gestos, para decidir quem nós vamos apoiar. Isso que nós temos que construir de maneira muito tranquila e respeitosa para com a população do nosso estado”, concluiu.
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