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Foto: Ascom
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Presente no ato oficial em memória aos ataques de 08 de janeiro de 2023, realizado em Brasília nesta quinta-feira (08), o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB) destacou o simbolismo dos três anos do episódio que marcou a invasão e depredação das sedes dos Três Poderes.
Em entrevista à imprensa, Veneziano lembrou a gravidade dos fatos ocorridos na capital federal.
“Nós nos encontramos aqui em Brasília convidados que fomos pelo presidente Lula para participarmos desse momento do 08 de janeiro, três anos após o fatídico e lastimável que ocorreu aqui na capital federal quando, sob o comando do grupo conduzido politicamente pelo ex-presidente, milhares de pessoas atentaram e vandalizaram as estruturas das casas representativas dos três poderes”, afirmou.
Segundo o senador, os ataques tinham um objetivo claro de ruptura institucional.
“Claro e evidente propósito de se implantar um regime ditatorial, ou seja, promovendo todo aquele conjunto de atos vandalizando as estruturas de poder, mas muito mais do que isso o fato de se querer perpetrar esse regime de exceção”, observou.
Veneziano defendeu que a data seja lembrada anualmente como forma de reafirmar os princípios democráticos e a resistência das instituições.
“É importante que nós registremos a cada dia 08, até porque as estruturas de poder se mostraram fortes, a sociedade brasileira, na sua amplíssima maioria, se levantou contra os que quiseram derrubar a democracia e nós demonstramos essa firmeza”, declarou.
O senador também relembrou sua atuação à frente do Senado Federal na época dos ataques.
“Eu tive a oportunidade, no momento, presidindo o Senado Federal, de me fazer presente ao lado dos representantes, do presidente da República, da presidente do STF, para mostrar à sociedade brasileira que nós estávamos juntos em torno e em defesa de um bem maior para a sociedade, que é exatamente a sua democracia”, ressaltou.
Veneziano reforçou a importância do movimento como compromisso com o regime democrático.
“Hoje a gente se reúne mais uma vez exatamente para reafirmar de forma contundente, de forma firme, que não aceitamos os atos antidemocráticos e que não concordamos com quaisquer tentativas que desconheçam que o nosso regime é um regime de respeito à vontade popular”, concluiu.
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