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Foto: ParaibaOnline
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Nesta quinta-feira (08), a deputada estadual Camila Toscano (PSDB) reagiu às cobranças feitas pelo senador e pré-candidato ao Governo da Paraíba, Efraim Filho (União Brasil), após a sinalização de mudança de apoio na disputa estadual.
Em decisão conjunta com a prefeita de Guarabira, Léa Toscano (União Brasil), sua mãe, a parlamentar deve anunciar hoje apoio ao projeto político do prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (MDB), que também disputa o Palácio da Redenção.
Em entrevista à imprensa, Camila Toscano destacou que a oposição vive, pela primeira vez, um cenário com mais de um nome competitivo.
“Dessa vez, pela primeira vez, nós temos dois candidatos bons na oposição. Nós não podemos negar a força do senador Efraim com a direita e o bolsonarismo e nós temos o prefeito Cícero, que já foi governador, ministro e traz a força de João Pessoa”, afirmou.
Segundo a deputada, a decisão partiu de muita reflexão, justamente por envolver aliados próximos.
“Nós tivemos que parar, sentar e decidir entre dois aliados, duas pessoas que nós temos o convívio muito forte e muito bom. Eu não tenho o que falar de Efraim, não tenho o que falar de Cícero e ainda tem Léo (Bezerra) […] então, foi um peso para nós termos que tomar essa decisão”, destacou.
Camila criticou a cobrança feita pelo senador, rebatendo a ideia de obrigação de permanência do apoio político.
“Em hora nenhuma nós temos o hábito de passar na cara o que nós fizemos ou quem nós apoiamos. Eu acho que quando eu decido apoiar uma pessoa numa eleição é uma decisão minha e dessa vez que passou a eleição é bola para frente”, pontuou.
Para Camila Toscano, não existem “alianças eternas”.
“Não existe aliança eterna de eleição, pelo menos no meu pensamento não existe […] As coisas, felizmente ou infelizmente, mudam. Então, eu acho que o senador foi infeliz nesse sentido, talvez no calor da emoção”, acrescentou.
A parlamentar afirmou ainda que, caso quisesse, teria legitimidade para cobrar reciprocidade política.
“Mas digo: se fosse para fazer isso, nós teríamos o crédito”, concluiu.
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