Política

Veneziano aponta “jogo bruto” e analisa cenário da disputa ao Senado em 2026

Da Redação
Publicado em 29 de agosto de 2025 às 20:11

Foto: Ascom

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Nesta sexta-feira (29), o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB) avaliou o cenário político para a disputa à reeleição ao Senado Federal em 2026, que deve contar com nomes como o prefeito de Patos, Nabor Wanderley (Republicanos), e o governador João Azevêdo (PSB).

Durante entrevista à imprensa, Veneziano afirmou que a disputa será marcada por fortes embates e desigualdade de forças.

“Não existe campanha tranquila no sentido de resultados. É pegada, porque é muito desigual. O jogo é bruto”, disse o senador, alegando que o grupo governista tem se movimentado de forma incisiva perante seus aliados e que o governo do estado tem feito política a partir da cooptação material, ou seja, mediante trocas políticas.

Ele destacou, porém, que seus aliados reconhecem sua atuação constante, e não apenas em períodos eleitorais.

“A conversa é nesse nível, mas, graças a Deus, essas pessoas sabem que não têm o Veneziano apenas nas vésperas das eleições de 2026. Tiveram Veneziano desde o primeiro dia, com atenção, cordialidade, franqueza, transparência, postura e presença. Então, é jogo bruto. Mas a gente está preparado […] e eu tenho fé, acredito plenamente que o eleitor vai fazer essa avaliação”, acrescentou.

O parlamentar também comentou sobre a estratégia de busca por apoios na disputa ao Senado, enfatizando que alianças fazem parte do processo político.

“É legítimo que cada um que se predisponha a disputar qualquer cargo faça o melhor uso dos meios. Eu sempre defendo os meios da regra do jogo, que nem sempre é assim. Mas você buscar o apoio de quem quer que seja, e no caso aí, para o Senado, o segundo voto de quem vota em João ou quem vota em Veneziano, isso faz parte do jogo”, declarou.

Questionado sobre uma possível aliança com o ex-ministro da Saúde Marcelo Queiroga (PL), também pré-candidato ao Senado, Veneziano ressaltou que mantém uma relação respeitosa, apesar das diferenças ideológicas.

“Eu não tenho nada. Tenho, inclusive, um carinho até porque é recíproco. Tenho maior estima, respeito ao profissional e tenho as diferenças (ideológicas) que são as que eu tenho com ele e ele tem comigo”, comentou.

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