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Policial
Foto: ParaibaOnline/Arquivo
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Nesta quarta-feira (11), completa-se um ano da primeira denúncia que deu origem à investigação do Caso ISEA.
O episódio, que apura suposta negligência médica na Maternidade Instituto de Saúde Elpídio de Almeida, em Campina Grande, resultou na morte de um recém-nascido e, posteriormente, no falecimento da mãe, a assistente social Maria Danielle Cristina Morais.
Os pontos centrais do caso
* A tragédia: Maria Danielle perdeu o bebê e teve o útero removido durante o parto. Ela não resistiu e faleceu pouco tempo depois.
* A investigação: O inquérito policial ainda não foi finalizado, ultrapassando os prazos habituais para casos com réus soltos (geralmente 30 dias).
* A justificativa: Segundo a família, a demora deve-se à busca por um inquérito robusto, com farta coleta de provas e depoimentos para evitar o arquivamento pelo Ministério Público.
“Por mais que seja uma demora enorme e que isso afete minha saúde mental, as advogadas me orientam que isso é em benefício do caso”, desabafa Jorge Elô, viúvo de Danielle.
Prazos e procedimentos
Embora a lei preveja a conclusão de inquéritos com réus soltos em 30 dias, a complexidade e o volume de testemunhas no Caso ISEA têm levado a sucessivas prorrogações.
O objetivo da Polícia Civil é garantir que todas as evidências de negligência sejam documentadas antes do envio ao Judiciário.
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