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Policial
Foto: Reprodução/Redes Sociais
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A juíza Ana Christina Soares Penazzi Coelho, da 3ª Vara Criminal de João Pessoa, condenou, nesta sexta-feira (13), o ex-diretor do Hospital Padre Zé, Egídio de Carvalho Neto, e o ex-chefe do setor de Tecnologia da Informação da unidade, Samuel Rodrigues Cunha Segundo, por apropriação indébita qualificada no âmbito da Operação Indignus.
Logo no início do escândalo, em outubro de 2023, que envolveu Padre Egídio, ele havia sido denunciado por desvios de vários celulares apreendida pela Polícia Federal e doados à Instituição Padre Zé,pelo ex-auxiliar, Samuel Rodrigues. O caso ganhou repercussão nacional e abalou a igreja católica paraibana.
Padre Egídio foi condenado a 5 anos, 6 meses e 20 dias de reclusão, em regime inicial semiaberto. Atualmente ele permanece em prisão domiciliar humanitária, sob monitoramento eletrônico, em razão de problemas graves de saúde.
Já Samuel recebeu pena de 4 anos, 7 meses e 16 dias, também em regime semiaberto. Ele responde em liberdade, com medidas cautelares diversas da prisão. Ambos deverão pagar multa.
Além das penas privativas de liberdade, os réus foram condenados a ressarcir R$ 525.877,77 por danos materiais e a pagar R$ 500 mil por danos morais coletivos.A decisão ainda cabe recurso.
A juíza reconheceu que os dois atuavam em conjunto para desviar bens de alto valor, principalmente celulares, tablets e equipamentos eletrônicos, doados pela Receita Federal ao Hospital Padre Zé e à Ação Social Arquidiocesana.
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