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Foto: Arquivo pessoal
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O conhecimento tradicional sobre plantas medicinais, preservado por mulheres do Semiárido, pode contribuir para a ciência, a conservação da Caatinga e a geração de renda.
O tema foi abordado pela pesquisadora Semiramis Silva, do Instituto Nacional do Semiárido (Insa), durante o quadro semanal da instituição, no Jornal da Manhã.
“As mulheres são as nossas verdadeiras guardiãs do conhecimento tradicional do uso das plantas medicinais”, destacou a pesquisadora, ressaltando a importância dos saberes transmitidos entre gerações.
Segundo Semiramis, espécies como a aroeira, o cumaru, a jurema e o juazeiro podem ser aproveitadas na produção de medicamentos e cosméticos.
Ela também defendeu o fortalecimento do empreendedorismo feminino rural, com acesso a crédito, assistência técnica e práticas sustentáveis.
“Não adianta eu dizer que as mulheres precisam investir no empreendedorismo, mas como é que elas vão fazer isso se não têm acesso a crédito?”, questionou, ao reforçar a necessidade de políticas públicas para apoiar essas trabalhadoras e valorizar seus conhecimentos.
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