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Foto: Codecom/CG
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*Vídeo: ParaibaOnline
Campina Grande deverá receber, pelo segundo ano consecutivo, um reconhecimento da Organização das Nações Unidas (ONU) como Cidade Amiga das Árvores.
A informação foi divulgada pela coordenadora de Meio Ambiente da Secretaria de Serviços Urbanos e Meio Ambiente (Sesuma), Lilian Ribeiro, durante entrevista ao Jornal da Manhã, da Rádio Caturité FM.
Segundo ela, o resultado é fruto das políticas de arborização desenvolvidas pelo município, que distribui, em média, 1.900 mudas de árvores nativas por mês.
De acordo com a coordenadora, um dos principais programas da Prefeitura é o Minha Árvore, que incentiva o plantio de espécies adequadas para a zona urbana e também realiza a compensação ambiental quando árvores precisam ser removidas para obras públicas.
“Quando um projeto é aprovado, precisamos apresentar todos os trâmites ambientais. A Estação Nova, por exemplo, teve essa preocupação. Foram avaliadas as espécies existentes e buscamos preservar o máximo possível das árvores nativas. Quando é necessário fazer a retirada de alguma árvore, realizamos o replantio por meio do projeto Minha Árvore”, explicou.
Lilian Ribeiro destacou que o reconhecimento internacional reforça o compromisso do município com a preservação ambiental e a ampliação da arborização urbana.
“Vamos receber, pelo segundo ano consecutivo, um prêmio da ONU como Cidade Amiga das Árvores. Isso demonstra que Campina Grande vem desenvolvendo um trabalho consistente na área ambiental e de arborização”, afirmou.
A coordenadora aproveitou para incentivar a população a participar do programa de distribuição de mudas.
Segundo ela, além de fornecer gratuitamente as árvores, a equipe técnica orienta os moradores sobre a espécie mais adequada para cada local.
“Entregamos, em média, 1.900 árvores por mês. Pedimos que a população procure o nosso serviço porque nossa equipe vai até a residência, avalia o melhor local para o plantio e indica a espécie mais adequada. Trabalhamos apenas com árvores nativas, garantindo uma arborização mais sustentável para a cidade”, ressaltou.
Outro ponto destacado por Lilian Ribeiro foi a necessidade de autorização para a realização de podas em árvores.
Ela explicou que o procedimento deve ser comunicado à Coordenação de Meio Ambiente para evitar danos à vegetação e possíveis infrações à legislação ambiental.
“As podas também exigem atenção. É importante que a população entre em contato com a Coordenação de Meio Ambiente antes de realizar qualquer intervenção, porque uma poda feita de forma irregular pode configurar crime ambiental”, concluiu.
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