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Foto: Ascom
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Um ano após o mutirão oftalmológico realizado no Hospital de Clínicas de Campina Grande, pacientes que sofreram complicações graves continuam aguardando respostas e justiça.
Dos mais de 60 atendidos durante a ação promovida pelo programa Opera Paraíba, vários perderam a visão de forma irreversível após infecções oculares.
Entre as vítimas está Marinildo Pereira, de 60 anos, que ficou cego de um dos olhos após contrair uma bactéria durante o procedimento.
O filho dele, Márcio Ferreira, afirmou que o pai passou por tratamento em João Pessoa, mas não conseguiu recuperar a visão.
Já a professora Errta Riany relatou sentimento de abandono e disse que ainda aguarda retorno médico para continuidade do tratamento.
O caso segue sendo investigado e o inquérito policial ainda não foi concluído. Parte dos pacientes ingressou na Justiça contra a fundação responsável pelos procedimentos e contra órgãos públicos envolvidos no mutirão.
A Secretaria de Estado da Saúde da Paraíba informou que os pacientes continuam sendo acompanhados pela rede credenciada de oftalmologia.
*com informações adicionais do g1pb
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