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Foto: Ascom/Facebook
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No dia 7 de abril, a Rádio Caturité comemorou os 75 anos da emissora, marcado por depoimentos de quem ajudou a construir a sua história.
Em entrevista ao Jornal da Manhã da emissora, o padre Adeildo Ferreira, atual diretor de programação religiosa, relembrou sua trajetória e a ligação com o rádio ao longo do ministério.
“Ao longo do tempo de seminário eu sempre estive aqui nas quartas-feiras. O padre José Assis Pereira Soares junto com Dom Jaime me pediu para fazer um curso em São Paulo de rádio, de comunicação e entramos nesse projeto”, contou.
Segundo ele, o vínculo com a emissora se fortaleceu ainda mais após sua ordenação.
“Quando fui ordenado diácono, o Dom Jaime, o bispo então, me pediu para ficar acompanhando a programação religiosa de modo mais perto […] aí sim eu assumi como funcionário da rádio e fiquei aqui desde o início do meu sacerdócio”, explicou.
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O pároco também destacou momentos marcantes, como a participação no processo de migração da rádio para o FM.
“Tive a oportunidade de, com a graça de Deus, o bispo Dom Manoel Delson, na sua saída para a arquidiocese, me deixar com uma missão não muito maneira de ajudar Lúcia Duarte na nossa migração para FM, e foi um marco muito importante na minha vida como padre e como ser humano”, afirmou.
Padre Adeildo reforçou o sentimento de pertencimento à história da emissora e o compromisso contínuo com a comunicação.
“Me considero parte dessa história de ter contribuído com essa rádio nesse tempo. Então, estou aqui nesse tempo todo apresentando programas, produzindo, e hoje estou também nessa função de diretor de programação, ajudando Lúcia em tudo o que posso, coordenando a programação religiosa, apresentando programas, produzindo textos, vinhetas. Gosto muito daqui e enquanto houver possibilidade e a Igreja me permitir estarei aqui para servir”, disse.
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Ele definiu sua atuação como uma missão dentro da comunicação.
“Vivo aqui essa diaconia da comunicação. Sou muito grato aos bispos, a Lúcia Duarte, à Caturité, por poder também dar um pouco do meu ministério além da paróquia”, destacou.
Ao parabenizar a emissora, o padre fez referência à origem do nome e ao simbolismo histórico.
“Nossos parabéns à Rádio Caturité, a todos que fizeram essa história até hoje. Essa rádio tem o nome de um índio guerreiro, corajoso, a história diz que ele lutou muito para salvar sua filha, para resistir aos invasores e a história desse índio inspira a Rádio Caturité e ela é esta guerreira, porque ao longo desses 75 anos a rádio esteve batalhando como uma guerreira para manter sua identidade e sua história”, ressaltou.
Ele destacou a importância da emissora para a sociedade.
“Nós louvamos a Deus por esta emissora, há 75 anos servindo a sociedade campinense e paraibana. A Caturité é um patrimônio da radiofonia paraibana. A Caturité é um exemplo”, concluiu.
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