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*Vídeo: ParaibaOnline
O superintendente do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes na Paraíba, Arnaldo Monteiro, apresentou um panorama atualizado das obras de triplicação da BR-230 no trecho entre Cabedelo e João Pessoa, destacando os avanços, desafios e próximos passos da intervenção.
Durante entrevista à Rádio Caturité FM, Arnaldo explicou que o cenário urbano impõe obstáculos significativos à execução da obra, especialmente por conta da presença de redes de serviços e ocupações ao longo da rodovia.
“Toda obra em zona urbana é totalmente diferenciada. Em João Pessoa, temos impedimentos da Energisa, da Cagepa, do gás, além das desapropriações. Muitas áreas foram ocupadas ao longo dos anos, então é uma obra completamente diferente”, afirmou.
Ele ressaltou ainda que a BR-230 exerce papel central na mobilidade da capital paraibana, funcionando como uma das principais vias de circulação.
“A BR-230 é a principal avenida de João Pessoa. Todo o fluxo passa por ela, então qualquer intervenção gera um transtorno enorme para a população”, destacou.
Apesar dos desafios, o superintendente garantiu que os trabalhos seguem em ritmo avançado, principalmente no trecho entre os quilômetros 2 e 13,2, nas proximidades do bairro do Cristo e da região do Café São Braz.
“Hoje estamos atuando do quilômetro 2 ao 13,2. Esse trecho, com todas as marginais, deverá ser entregue ainda este ano. Inclusive, na próxima terça-feira, vamos entregar o viaduto da Toyota”, disse.
Arnaldo Monteiro também adiantou que a segunda etapa da triplicação já está em fase de planejamento. O anteprojeto do trecho entre os quilômetros 13,2 e 28, em direção à BR-101, foi concluído e deve avançar para licitação em breve.
“Já concluímos o anteprojeto e devemos publicar até junho o edital para projeto e execução da obra. Hoje, a estratégia é licitar projeto e execução juntos para dar mais rapidez”, explicou.
O gestor chamou atenção, no entanto, para a necessidade de cumprimento das exigências ambientais, que ainda representam entraves em alguns pontos da obra.
“Existem impedimentos ambientais importantes. Nenhuma obra pode avançar enquanto houver pendência ambiental. Esses processos são rigorosos e precisam ser respeitados”, pontuou.
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