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*Vídeo: ParaibaOnline
O diretor da Cagepa Borborema, Lucílio Vieira, explicou a situação do abastecimento no Sítio Covão e na região do Alvinho, na zona rural de Lagoa Seca, e detalhou os motivos da suspensão temporária do fornecimento de água na localidade.
Segundo ele, a Cagepa chegou a implantar a rede de distribuição e iniciou a operação do sistema de forma provisória, enquanto aguardava a conclusão do Ramal 2 da Adutora de Nova Camará, obra que garantirá o abastecimento definitivo da região.
“Quando a Cagepa licitou a adutora que ia atender ao Alvinho e ao Sítio Covão, nós já iniciamos em paralelo a execução da rede. Só que houve um problema com a empresa que ganhou a licitação desse ramal da Adutora de Nova Camará e a obra ficou paralisada por mais de um ano.”
Lucílio explicou que, após a conclusão da rede de distribuição, foi necessário comissionar a obra para que a empresa responsável pudesse receber pelo serviço executado. Para isso, a Cagepa montou um sistema provisório de abastecimento.
“Nós colocamos uma bomba, enchemos caixas d’água, pressurizamos a rede e deixamos funcionando por cerca de quatro meses. Quem é da área sabe que teve água nesse período.”
Cagepa explica intermitência no abastecimento de água em Campina Grande
No entanto, como o abastecimento estava sendo feito de forma improvisada, trazendo água do Bairro das Nações, em Campina Grande, não havia viabilidade técnica para manter o fornecimento contínuo.
“Depois do comissionamento, tivemos que parar, porque não tínhamos como continuar atendendo por onde estávamos trazendo a água.”
O diretor afirmou que a solução definitiva depende da conclusão do Ramal 2 da Adutora de Nova Camará, que atenderá Campinote, Alvinho e Sítio Covão.
“Estamos aguardando a conclusão do Ramal 2 de Nova Camará. A previsão é que até meados deste ano a gente conclua esse ramal para poder fazer a adutora que vai sair de Campinote, Alvinho e Covão e atender a área de forma definitiva.”
Lucílio reconheceu que a tentativa de antecipar a implantação da rede acabou gerando frustração na população. “Infelizmente, tentamos nos antecipar, mas isso gerou um problema maior, porque a população teve água por um período e depois foi suspenso. Foi explicado que aquele período era o comissionamento da obra, necessário para pagamento da construtora.”
Ele destacou ainda que todas as cobranças foram suspensas após a interrupção e reafirmou a expectativa de retomada do abastecimento ainda este ano. “Espero que ainda este ano a gente consiga retomar o abastecimento daquela área.”
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